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Vícios Coloridos - pensamentos sobre mim e sobre o resto...

Vícios Coloridos - pensamentos sobre mim e sobre o resto...

Alma lusitana...

Já li  "O Mandarim". Gostei principalmente do fim... Em minha opinião, não podia estar mais correto. Eça sabia bem ler a alma humana.

A importância que, as pessoas atribuem ao ter em vez de o ser, sem pensar nas consequências, já dizia Eça (1880) "...nenhum mandarim ficaria vivo, se tu, tão facilmente como eu, o pudesses suprimir e herdar-lhe os milhões, ó leitor, criatura improvisada de Deus, obra má de má argila, meu semelhante de meu irmão!"

 

"Novas" leituras.

Decidi voltar aos clássicos

 

Eça de Queiroz é o meu escritor português de eleição! Adoro a maneira como escreve,  o seu português correcto, a sua visão do mundo, sempre actual. Ou a sociedade portuguesa não mudou muito desde então, ou  Eça era um visionário. Estou convencida que é um pouco dos dois.

Bons vícios!

Oração noturna

Obrigada força do universo, por mais um dia neste planeta! Quero agradecer por acordar todas as manhã, de ter o privilegio de conviver com as pessoas que gosto (todos com saúde)! Peço-te disponibilidade mental para ler mais e para apreciar as coisas boas da vida! 

 

Bom vício

Outro dos meus vícios é o desporto. Em criança sempre tive uma prática física regular desde grupos de dança, running, bicicleta, basquetebol...

Depois cheguei à adolescência, com as saídas à noite, essa prática ficou cada vez menos regular... e para ajudar comecei a fumar.

Passado 8 anos de sedentarismo, deixei de fumar e comecei a praticar desporto novamente! Adoro fazer caminhada, corrida, ginástica... e pronto já não tenho 20 anos e a força da gravidade não perdoa! mas o maior dos benefícios é o psicológico, além dos físicos.

Outro Vício...

"a gente se liga em voçê"... Confesso! sou viciada em telenovelas da globo! Desde pequena, no tempo de só uma tv por casa, a luta era futebol vs telenovela. O pai queria ver futebol e as mulheres, 3 no total, queriam ver a Tieta... quem não se lembra da Tieta do Agreste, uma viúva beata que guardava os genitais do seu falecido marido numa caixa. Ainda existia o Cadeirudo e a Mulher de Branco que atacavam em noite de lua cheia. Enfim na altura foi marcante, hoje em dia, as produções têm melhor qualidade, e é interessante ver como o enredo acompanha as mudanças sociais e económicas do pais.